III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

A UGT-Madeira realizou no dia 16 de Fevereiro o seu III Congresso, que elegeu Ricardo Freitas para cumprir o seu terceiro mandato à frente da união regional.

No seu discurso na sessão de encerramento do congresso o líder eleito afirmou que a taxa de desemprego na região autónoma continua a ser a “mais alta do país”, contudo reconheceu que tal resulta do impacto do regresso de emigrantes da Venezuela.

Ricardo Freitas esclarece que o executivo madeirense tem feito algum esforço para alterar esta situação, mas indicou que a taxa de desemprego de 8,8% é um claro sinal de dificuldades, embora admita que a percentagem aumentou com o regresso de emigrantes da Venezuela, cerca de 7 mil desde 2016.

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Diplomas relevantes 18 a 22 de Janeiro

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Salário Mínimo na Função Pública – UGT considera que se poderia ir mais além no sector privado

O Presidente da República promulgou o decreto do Governo que atualiza de 580 para 635,07 euros o salário mínimo na função pública, contudo deixou algumas chamadas de atenção relativas à opção política escolhida pelo Executivo.

Num comentário a esta questão, o Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, no Fórum TSF, considerou pertinentes as chamadas de atenção deixadas pelo Presidente, justificando que este aumento “deixa um sinal claro que o salário mínimo nacional no sector privado poderia ser superior aos 600 euros como a UGT sempre defendeu”, mas tal não aconteceu por responsabilidade das entidades patronais que não quiseram chegar a acordo.

O dirigente sindical acrescenta ainda que este aumento “é um sinal de que em sectores onde houver uma capacidade reivindicativa, onde houver negociação coletiva, devemos pugnar por um salário acima dos 600 euros”.
(in TSF)

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III Congresso UGT Madeira

Paulo Cafôfo diz que Governo Regional está a falhar à Administração Pública

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, esteve presente, na sessão de abertura do 3º Congresso da UGT Madeira, que elege os dirigentes daquele organismo sindical para os próximos anos.
Segundo uma nota de imprensa, Paulo Cafôfo, ele próprio ex-dirigente sindical, enalteceu “a importância do sindicalismo, não só no que respeita às questões corporativas, que são legítimas, mas igualmente do sindicalismo democrático e participativo, que é um instrumento fundamental para o desenvolvimento da comunidade.”

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III Congresso UGT Madeira

Pedro Calado diz que descongelamento de carreiras beneficiou cerca de 9.500 trabalhadores madeirenses em 2018

O descongelamento de carreiras, na Região, já beneficiou, em 2018, cerca de 9.500 funcionários públicos, entre os quais se destacam o pessoal docente, trabalhadores das carreiras gerais do SESARAM, e trabalhadores do Instituto de Segurança Social da Madeira, representando um esforço de quase três milhões de euros para o Governo Regional.

O número foi avançado, pelo vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, no encerramento do Congresso Regional da UGT-Madeira.

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