Category Archives: Jornais e Diários

A União Geral dos Trabalhadores acusa o Governo Regional de falta de diálogo com os parceiros sindicais.

O coordenador da UGT-Madeira, Ricardo Freitas, diz que o Governo só ouve os patrões.

A UGT-Madeira reuniu o Conselho Geral e defende a criação de um fundo regional para fazer face ao desemprego e à pobreza.

Aceda ao áudio na integra em rdp.pt

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UGT Madeira

A central sindical emitiu uma nota de imprensa em que referiu que se juntou à Confederação Europeia de Sindicatos (ETUC) no apelo às instituições europeias, “para que sejam tomadas medidas decisivas que ponham fim às práticas anti-sindicais”, que “estão a aumentar na Europa”.
“Instamos, em particular, o Governo de Portugal e os eurodeputados do Parlamento Europeu a alterarem a Diretiva sobre salários mínimos na UE, no sentido de serem proibidas as práticas anti-sindicais e de ser garantida a proteção contra a vitimização e o acesso dos sindicatos aos locais de trabalho”, afirmou.
A UGT Portugal lembrou que o artigo 4.º da proposta de diretiva obriga os Estados-membros a comprometerem-se com a “promoção da negociação coletiva em matéria de fixação de salários” e a central sindical considerou que esta é a melhor forma de garantir salários justos.
In Agência Lusa
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Secretariado Nacional da UGT Portugal

O Secretariado Nacional da UGT Portugal
aprovou, por unanimidade, uma resolução que abordou os seguintes temas:
– Salário Mínimo nos 665€ – Vingou a Proposta mais razoável;
– É necessário, mais do que nunca, dinamizar a negociação colectiva;
– A reestruturação da TAP não pode passar ao lado dos trabalhadores e dos seus sindicatos. Exige-se diálogo constante;

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UGT critica secundarização da concertação social e aponta reivindicações

A UGT Portugal expressa “a sua apreensão e o seu desagrado face à secundarização da concertação social, sobretudo na área do trabalho” e também no processo do salário mínimo, lê-se na resolução hoje aprovada, por unanimidade, na reunião do secretariado nacional da UGT.

Neste sentido, a central sindical defendeu que a concertação não pode ser o “repositório de discussões (audições) menores” ou estar sujeita à ordem de trabalhos que o Governo “lança na comunicação social”.

in (Noticiasaominuto)

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