Category Archives: Imprensa UGT

UGT associa-se ao dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica

COMUNICADO

O Governo, através do Decreto nº 8/2019 de 6 de março, declarou o dia 7 de março de 2019 dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica.

Este dia de luto consiste, entre outras, numa medida de combate a uma realidade social e intolerável. A UGT associa-se a esta jornada de luto nacional e de reflexão coletiva exortando todos os seus filiados para que neste dia a acompanhem e coloquem a sua bandeira a meia-haste.

A UGT exorta também o Governo a dar os passos necessários e a empenhar-se profundamente para a implementação célere, e em toda a sua extensão, da Convenção de Istambul (Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência Contra as Mulheres e a Violência Doméstica) já ratificada por Portugal e em vigor desde 1 de agosto de 2014.

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UGT reflete sobre “igualdade lenta” nos direitos das mulheres

A UGT Madeira quer aproveitar o 8 de março de 2019, Dia Internacional da Mulher, para destacar “com elevada preocupação os tristes indicadores sobre a violência doméstica que vitimiza em particular as mulheres. É urgente uma resposta positiva para este problema”.

Em comunicado, refere que “o princípio da igualdade entre homens e mulheres implica a indispensabilidade de compensar a desvantagem das mulheres no que se refere às condições de acesso e participação no mercado de trabalho e a desvantagem dos homens no que se refere às condições de participação na vida familiar, decorrentes de práticas sociais que ainda pressupõem o trabalho não remunerado emergente dos cuidados à família como uma responsabilidade principal das mulheres, e o trabalho remunerado inerente à vida económica como uma responsabilidade principal dos homens. O aumento da participação feminina no mercado de trabalho tem ocorrido em simultâneo com a crescente flexibilização da relação laboral”.

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PAULO CAFÔFO DEFENDEU QUE O GOVERNO REGIONAL ESTÁ A FALHAR À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO 3º CONGRESSO REGIONAL DA UGT

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, esteve presente, esta manhã, na sessão de abertura do 3º Congresso da UGT Madeira, que elege os dirigentes daquele organismo sindical para os próximos anos. Paulo Cafôfo, ele próprio ex-dirigente sindical, enalteceu “a importância do sindicalismo, não só no que respeita às questões corporativas, que são legítimas, mas igualmente do sindicalismo democrático e participativo, que é um instrumento fundamental para o desenvolvimento da comunidade.”

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Governo Regional em prol dos trabalhadores madeirenses

O vice-presidente do Governo Regional referiu hoje, no encerramento do Congresso Regional da UGT, que o seu governo tem “atuado em benefício dos trabalhadores madeirenses”, dando como exemplo o descongelamento de carreiras, em 2018, a cerca de 9.500 funcionários públicos, entre os quais, o pessoal docente (beneficiou cerca de seis mil professores), trabalhadores das carreiras gerais do SESARAM e trabalhadores do Instituto de Segurança Social da Madeira, num esforço que representou quase três milhões de euros para o executivo.

Outros números foram destacados pelo governante, como a criação de sete novas carreiras (rocheiro, sapadores florestais, carreiras especiais de inspeção de pescas e de agricultura, entre outras), estando em processo de negociação para a revisão de carreira de vigilante da natureza.

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III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

A UGT-Madeira realizou no dia 16 de Fevereiro o seu III Congresso, que elegeu Ricardo Freitas para cumprir o seu terceiro mandato à frente da união regional.

No seu discurso na sessão de encerramento do congresso o líder eleito afirmou que a taxa de desemprego na região autónoma continua a ser a “mais alta do país”, contudo reconheceu que tal resulta do impacto do regresso de emigrantes da Venezuela.

Ricardo Freitas esclarece que o executivo madeirense tem feito algum esforço para alterar esta situação, mas indicou que a taxa de desemprego de 8,8% é um claro sinal de dificuldades, embora admita que a percentagem aumentou com o regresso de emigrantes da Venezuela, cerca de 7 mil desde 2016.

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